Segunda-feira, 24.01.11

A Gravata e a Mulher

 

As mulheres com gravata têm um encanto especial

 

George Sand, (1804-1876), pioneira dos movimentos feministas, foi a 1ª mulher “famosa”, a usar uma espécie de lenço a que poderíamos chamar gravata.

  

Na época, as mulheres começaram a vestir-se como os homens e usavam uma gravata para reivindicar a sua emancipação.

 

 

Porém, a gravata já fazia parte dos acessórios de algumas mulheres da alta sociedade. Eram consideradas mulheres elegantes e chiques, pois com o contraste da indumentária masculina (gravata) a sua feminilidade era evidenciada.

 

Não foi por acaso que George Sand (escritora francesa) seduziu muitos amantes…

 

 

Após meados de 1980, a moda ditou o uso feminino da gravata, fazendo esta parte do look das mulheres e exteriorizando o seu charme, a sua personalidade e a sua rebeldia.

 

A gravata começou por ser combinada com jeans e ténis adquirindo mais informalidade e atribuindo descontracção ás jovens que adoptaram esse estilo.

 

 

 

Actualmente são tantas as opções de modelos, padrões e materiais que para quem retém algum conhecimento sobre este elegante acessório é fácil percebermos o estilo individual de cada pessoa que a usa.

 

Diante desta variedade de estilos existentes, fica difícil não nos apaixonarmos por determinadas cores ou padrões da gravata do pai, irmão, avô, namorado ou marido.

 

E para as mulheres que já a usam ou que admiram este acessório, chegou a hora de comprar a gravata para dar mais vida e status ao seu vestuário, não esquecendo que a escolha da mesma reflecte as características individuais de cada mulher.

 

Poderá usar a gravata, como uma fita para o cabelo, uma pulseira, um vestido, uma faixa, um cinto, um lenço para o cabelo ou para a mala, para seduzir ou como gravata.

  

 

Basta soltar a imaginação, escolher de entre a panóplia de cores existentes e brilhar.

 

Vamos lá inovar!

 

E quem não se lembra da cena de sedução do filme Pretty Woman, em que a protagonista Júlia Roberts seduz Richard Gere apenas com uma gravata?

 

 

Fonte: Fotos de Mini-saias, elas moda, Príncipe Tito blog e Gracia Style

publicado por alojadasgravatas às 00:32 | link do post | comentar
Segunda-feira, 17.01.11

Boas Vindas

Damos as boas-vindas a todos os visitantes do nosso blog, semanalmente iremos apresentar uma crónica que esperamos que seja do interesse dos nossos leitores, focaremos aspectos de carácter geral, assim como pormenores menos divulgados. Para iniciarmos vamos recorrer um pouco à história para explicarmos como apareceu a tão usual gravata.

 

A origem da gravata

Pensa-se que a origem da gravata, tenha sido no antigo Egipto, pois, os arqueólogos identificaram em torno do pescoço de múmias egípcias, uma espécie de amuleto conhecido como “Sangue de Ísis”.

Esse objecto em ouro ou cerâmica possuía a forma de um cordão arrematado com um nó, cuja função seria de proteger o finado dos “perigos da eternidade".

 

Outra possível origem da gravata, remonta á China, há milhares de anos, quando os guerreiros do imperador chinês Shih Huang Ti’s usavam um cachecol com um nó em volta do pescoço como símbolo de status e de elite entre as tropas, de forma semelhante à gravata que hoje conhecemos.

 

Também se imaginava que os romanos teriam sido os pioneiros no uso da gravata, como ilustra a famosa coluna de Trajano, em que pode ser visualizada ao nível do pescoço, uma peça semelhante à gravata conhecida como focale.

Acredita-se que este acessório tenha sido utilizado pelos oradores romanos com o objectivo de aconchegar o pescoço.

 

Atribui-se porém, a introdução da gravata aos mercenários croatas a serviço da França durante a guerra dos trinta anos.

Os pedaços de tecidos, atados ao pescoço dos soldados com distintivos laços, teriam causado enorme alvoroço em toda a sociedade parisiense.

Tal acessório era usado com distintivo militar pelos croatas, sendo de tecido rústico para os soldados e de algodão ou seda para os superiores.

Assim, o termo gravata deriva do francês "cravate", que por sua vez, é uma corruptela de "croat", em referência aos croatas, que primeiro apresentaram a indumentária à sociedade parisiense.

Esses acontecimentos encontram-se no livro francês “La Grande Histoire de la Cravate” (Flamarion, Paris, 1994), conforme a seguinte passagem:

 

luis

 

“Por volta do ano 1635, cerca de seis mil soldados e cavaleiros vieram a Paris para dar suporte ao rei Luis XIV e o Cardeal Richelieu. Entre eles, estava um grande número de mercenários croatas. O traje tradicional destes soldados despertou interesse por causa dos cachecóis incomuns e pitorescos enlaçados em seu pescoço. Os cachecóis eram feitos de vários tecidos, variando de material grosseiro para soldados comuns a seda e algodão para oficiais”.

 

Luis XIV, com uma gravata primitiva, em 1667.

 

Os franceses, logo se encantaram com esse adereço elegante e desconhecido, que chamaram de cravat, que significa croata. O próprio rei Luis XIV ordenou que seu alfaiate particular criasse uma peça semelhante ao dos croatas e que a incorporasse aos trajes reais.

 

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

publicado por alojadasgravatas às 11:48 | link do post | comentar

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